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© Mountain Marmoset Conservation Program/Programa de Conservação dos Saguis-da-serra /NGO PREA

programa de conservação dos saguis-da-serra

PCSS - Estratégias de conservação

 

O processo de restaurar e conservar a biodiversidade tem muitos desafios e muitos capítulos à frente. Assegurar que haja uma população viável para o Sagui-da-serra (Callithrix flaviceps) e o Sagui-da-serra-escuro (Calllithrix aurita) é o passo mais crucial para o sucesso do nosso objetivo a longo prazo.

 

Existem três importantes iniciativas de conservação que estamos desenvolvendo:

 

Investimento em instalações de cativeiro de conservação para assegurar que a hibridização na área de ocorrência do C. aurita não aniquile a meta de salvar as espécies da extinção!

 

Coleta e análise de dados para moldar e direcionar nossas decisões e estratégias

 

Desenvolvimento de materiais de campanha e de educação ambiental para gerar e motivar o apoio ao programa

 

O Programa de Conservação dos Saguis-da-serra está empenhado em pesquisar e desenvolver ações de conservação para conservar duas importantes espécies de primatas e contribuir para a restauração da biodiversidade da Mata Atlântica da região Sudeste do Brasil.

pcss - Estratégias de conservação

Os objetivos iniciais, que foram identificados em 2014/15 para a conservação do sagui-da-serra-escuro (C. aurita), já progrediram com resultados tangíveis. Os objetivos para o Programa de Conservação dos Saguis-da-serra (PCSS) foram expandidos em um programa que está totalmente alinhado com os objetivos do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-da-coleira da  (PAN PPMA) 2018 definidos para os Primatas da Mata Atlântica.

SAGUI-DA-SERRA-ESCURO (C. aurita)

  1. Continuar a agenda da pesquisa e determinar áreas de ocorrência sob um protocolo de campo padronizado (localização, tamanho do fragmento, isolamento, proximidade de invasores e híbridos / avaliação de grupos isolados em alto risco).

  2. Usar dados de levantamento de campo para identificar áreas de conservação com prioridade para o C. aurita e estabelecer refúgios de proteção para populações de C. aurita selvagens.

  3. Desenvolver uma árvore de decisão específica para o trabalho de campo e o manejo dos saguis invasores dentro da área de ocorrência de C. aurita.

  4. Expandir a pesquisa científica necessária para apoiar um plano de manejo adaptativo para a conservação efetiva do C. aurita.

  5. Aprimorar e expandir ainda mais o programa de conservação em cativeiro do C. aurita.

SAGUI-DA-SERRA (C. FLAVICEPS) - ADERIU AO PROGRAMA EM 2018
  1. Estabelecer uma agenda de levantamento e determinar as áreas de ocorrência sob um protocolo de campo padronizado (localização, tamanho do fragmento, isolamento, proximidade de invasores e híbridos / avaliação de grupos isolados em alto risco).

  2. Utilizar dados de levantamentos de campo para identificar áreas prioritárias de conservação do C. flaviceps e estabelecer refúgios de proteção para populações selvagens de C. flaviceps.

  3. Desenvolver uma árvore de decisão específica para o trabalho de campo e manejo de saguis invasore dentro da área de C. flaviceps.

  4. Estabelecer uma rede de colaboradores para contribuir com a pesquisa científica necessária para apoiar um plano de manejo adaptativo para a conservação efetiva de C. flaviceps.

  5. Avaliar a relevância do estabelecimento de um programa de conservação em cativeiro de C. flaviceps.

O programa expandiu-se recentemente para avaliar e lidar com a falta de ações de conservação direcionadas ao sagui-da-serra (C. flaviceps). A única diferença significativa está nas considerações e potenciais justificativas para estabelecer uma população manejada em cativeiro de conservação, já que atualmente não há nenhum desta espécie em cativeiro, isto é, não há com uma população de salvaguarda! 

O estado de conservação do sagui-da-serra (C. flaviceps) tem sido motivo de preocupação mas, durante julho de 2017 - janeiro de 2018, após um surto de Febre Amarela na área do C. flaviceps, foram recebidos grande quantidade de relatos de uma ampla área de grupos familiares conhecidos de saguis e que pareciam ter desaparecido. Leia mais>>


Hoje temos uma necessidade urgente de um levantamento rápido e, potencialmente, será igualmente urgente implementar uma população de reprodução em cativeiro com alta prioridade.

MMA & icmbio

Bases para as iniciativas e estratégias do PCSS

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O Brasil tem uma enorme participação na biodiversidade do planeta, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) define e supervisiona a estratégia ambiental do governo. A Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (EPANB) é um documento oficial do governo publicado on-line e cujas atualizações são submetidas à CBD (Convenção sobre a Diversidade Biológica).

 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é o órgão de planejamento e execução do MMA para pesquisa, áreas protegidas e conservação da natureza, o que significa que o Instituto é responsável pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e implementa, administra , protege, supervisiona e monitora as áreas protegidas estabelecidas pela União.

 

O ICMBio também é responsável por promover e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade brasileira. Dentro do ICMBio existem diferentes departamentos, o Centro Nacional de Pesquisa dos Primatas Brasileiros (CPB) é responsável pela conservação dos primatas brasileiros.

 

O ICMBio identifica e reúne diferentes atores que colaboram para o progresso do Plano de Ação Nacional (PAN) para os primatas brasileiros. Cada espécie tem um representante indicado para monitorar e impulsionar o progresso dos colaboradores envolvido com a espécie. O representante que monitora o progresso do grupo é membro do GAT (Technical Advisory Group) e se reporta ao ICMBio, com o objetivo de estimular, mediar, coordenar e reportar a progressão das ações planejadas que permitam ao país realizar seus objetivos de conservação,

 

O Catálogo Taxonômico da Fauna Brasileira, publicado pelo ICMBio em 2015, confirma que o Brasil detém a maior biodiversidade do Planeta! Esta foi a primeira lista da fauna brasileira por mais de cem anos e foi desenvolvida com a participação de mais de 500 especialistas em Zoologia.

 

Este ano, 2018, o CPB iniciou um novo ciclo de 5 anos de planejamento e implementação de ações para conservação de primatas ameaçadas, denominado Plano Nacional de Ação (PAN) para os primatas da Mata Atlântica. Este o PAN foi elaborado dentro da sede do ICMBio por uma equipe de especialistas ​​convidados (pesquisadores, gerentes de zoológicos, educadores, agentes do governo local, agentes locais de ONGs) diretamente envolvidos com questões de primatas e responsáveis ​​pela elaboração da Visão, Objetivos, Objetivos Específicos, Ações Estratégicas, Tarefas, Custos e Indicadores de Sucesso do documento (PAN).
 

Representante do GAT para o PCSS

O Dr. Rodrigo Carvalho é o representante das espécies Callithrix aurita e Callithrix flaviceps neste novo PAN (2018) com ciclo de 5 anos, ele é um membro do GAT (Grupo de Assessoramento Técnico) e é responsável por apoiar, conectar e orientar os atores locais que contribuem para o andamento dos objetivos do PAN.

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estratégias de conservação global

Nas duas últimas décadas, a biodiversidade tornou-se um tema cada vez mais importante e o foco de muitas campanhas. A importância de conservar a biodiversidade não pode ser subestimada; nossa própria existência depende da conservação dos organismos vivos que sustentam o equilíbrio de um mundo natural e próspero.

 

Em 1992, a proposta de uma colaboração global chamada Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) foi aberta para assinaturas na Conferência das Nações Unidas no Rio de Janeiro; No final da Cúpula da Terra do Rio (ECO-92), a Convenção havia obtido assinaturas de 168 países.
 

A Cúpula da Terra do Rio foi sem precedentes, foi a primeira vez que o escopo de preocupações sobre a saúde do nosso planeta foi ouvido em escala global, a mensagem chegou a mais de 850 milhões de pessoas 'nada menos que uma transformação de nossas atitudes e comportamento traria as mudanças necessárias'. A necessidade de desenvolvimento ambientalmente sustentável é agora uma missão global contínua.

 

Em outubro de 2010, 179 países se reuniram para a décima COP (Convenção das Partes) sobre Diversidade Biológica em Nagoya, Japão, um dos resultados foi uma recomendação do Japão para uma Campanha das Nações Unidas de dez anos. Em dezembro do mesmo ano o termo foi assinado e a Década das Nações Unidas sobre Biodiversidade foi lançada.

 

Os objetivos da campanha foram claramente definidos em um documento conhecido como Metas de Aichi. Essas metas criaram uma estrutura mensurável para orientar governos, organizações e indivíduos que querem ajudar a conservar o mundo natural.

Para saber sobre as Metas de Aichi, clique no logotipo 2011-2020 acima