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© Mountain Marmoset Conservation Program/Programa de Conservação dos Saguis-da-serra /NGO PREA

programa de conservação dos saguis-da-serra

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sobre o pcss

O Programa de Conservação dos Saguis-da-serra que você vê hoje evoluiu a partir da constatação de que a presença das espécies invasoras de saguis, interagindo com a espécie nativa no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, estava resultando em perda de território e hibridização!  Leia mais>>

O desenvolvimento de um programa de conservação vem sendo elaborado desde 2014 e abrange participantes de muitas instituições e comunidades. Aproveitando o significativo progresso  no desenvolvimento do Projeto de Conservação do Sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita), o Dr. Rodrigo Salles de Carvalho expandiu o projeto para um programa incluindo o sagui-da-serra (Callithrix flaviceps).

O PCSS gostaria de agradecer à Dra. Joanna Malukiewicz, ao Dr. Fabiano Melo e ao Dr. Renato Hilário; pesquisadores que fizeram uma contribuição significativa para apoiar e desenvolver tarefas de pesquisa e coleta de dados no sagui-da-serra (C. flaviceps). Suas pesquisas, percepção e preocupação com essa espécie foi um fator decisivo na expansão do programa de conservação para incluir esta espécie.

Primórdios...

Desde 2012, tem havido um aumento na pesquisa por vários primatologistas brasileiros e internacionais focados no sagui-de-serra-escuro (C. aurita). Várias pesquisas levantaram questões preocupantes sobre a situação da espécie, e considerações sérias sobre a ameaça crescente das espécies invasoras de saguis! O Dr. Rodrigo Salles de Carvalho expandiu a pesquisa de campo sobre o C. aurita durante seu PhD e tornou-se determinado e focado no que poderia ser feito para salvaguardar o sagui-da-serra-escuro de uma alta possibilidade de extinção na natureza!

Em abril de 2014, o Dr. Rodrigo Salles de Carvalho participou do primeiro workshop internacional de Pecuária e Conservação de Calitriquídeos, realizado no Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ / INEA). O workshop internacional foi uma iniciativa da Durrell para aprimorar cuidados em cativeiro e fortalecer os esforços de conservação de micos e saguis por meio de uma rede e compartilhamento de conhecimento. O convite do ICMBio para mediar o workshop criou a oportunidade para especialistas internacionais colaborarem com uma ampla gama de instituições brasileiras que queriam expandir seus conhecimentos e metodologia para alcançar ações de cuidado e conservação de sucesso.

Durante o workshop, iniciou-se o processo de implementação de um amplo programa de conservação do sagui-da-serra-escuro; liderado pelo Dr. Rodrigo Salles de Carvalho, um primatologista brasileiro que acreditou que havia uma oportunidade para construir um programa colaborativo de conservação combinando diferentes instituições nacionais e internacionais preocupadas em conservar o Callithrix aurita.

As primeiras ações desta iniciativa colaborativa foram:

  • Foco em pesquisas de levantamento rápido para coletar dados e informações sobre o status da espécie na natureza (distribuição e ameaças para a conservação).

  • Análise da situação da reprodução em cativeiro estabelecida a partir de 1982, quando o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ) respondeu às preocupações sobre o status desta espécie na natureza.

  • Aumento da sensibilização sobre o sagui-da-serra-escuro no PAN de primatas da Mata Atlântica

marcos e conquistas

 

Levantamentos desde outubro de 2015 
Os levantamentos receberam o apoio do ICMBio e de três instituições internacionais: Beauval Nature; Association Française des Parcs Zoologiques e a Margot Marsh Biodiversity Foundation.

Os resultados desses levantamentos reforçam fortemente a necessidade de ações urgentes, para lidar com as populações híbridas de saguis na área do sagui-da-serra-escuro (C. auritas), e expandir a iniciativa da Conservação em Cativeiro preservando um pool genético viável da espécie nativa.

2015 - O estado de São Paulo estabelece objetivos adicionais específicos estaduais liderados por Marcio Port-Carvalho 
Em março de 2015, o Estado de São Paulo (SP) tomou a iniciativa de elaborar seu próprio plano de conservação para o C. aurita
O plano elaborado pelo Comitê de Proteção Permanente dos Primatas do Estado de São Paulo (Brasil, São Paulo, 2014) incorporou os objetivos principais e acrescentou cinco objetivos específicos do Estado:  

  • Desenvolver uma chave de identificação fenotípica para C. aurita usando dados publicados e experiência de especialistas em primatas

  • Elaborar um Plano de Ação para a conservação de C. aurita em São Paulo

  • Implementar atividades de divulgação e educação ambiental destinadas à conservação de saguis

  • Implementar ações de gestão de meta-populações de C. aurita in situ

  • Gerenciar áreas críticas com populações introduzidas e / ou híbridas de saguis

  • Realizar pesquisas sobre a diversidade genética de C. aurita e hibridação com congêneres exóticos.

Outra iniciativa importante foi a proposta legislativa do estado de São Paulo, que está sendo analisada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente desde 2016 para estabelecer restrições reprodutivas para Callithrix alóctones legalmente mantidos em cativeiro, a fim de reduzir o excedente, reduzir saguis legalmente cativos e reduzir liberações indevidas de Callithrix exóticos na natureza.

2015 - Studbook do sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita
A criação de um studbook para a população cativa foi realizada no 2º Workshop de Manejo para a Conservação de Calitriquídeos, realizado em Manaus, em novembro 2015. Apoio e orientação para esta tarefa vieram da reponsável pelo Studbook do Mico Leão Dourado, Dra. Jennifer Mickelberg do Zoológico de Atlanta, o studbook do C. aurita é gerenciado por Claudia Igayara do Zoológico de Guarulhos (SP). 
Há muito poucos C. aurita atualmente em cativeiro e é imperativo que o crescimento dessa pequena população seja manejado de tal forma que sua diversidade genética seja maximizada. 
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Estudos genéticos e genômicos
Começaram em 2011, a fim de identificar geneticamente as espécies nativas, espécies invasoras e híbridos e avaliar os níveis de diversidade do sagui-da-serra-escuro dentro de sua área de ocorrência. Carvalho (2015) realizou um dos primeiros estudos genéticos do sagui-da-serra-escuro (C. aurita), o estudo foi focado em populações de sagüis nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Atualmente, um projeto está em andamento para avaliar a diversidade genética do C. aurita em todo o genoma do mtDNA. Além disso, planos estão sendo formulados para criar uma versão preliminar do genoma nuclear do C. aurita, e estudar a introgressão dos genomas de C. jacchus e C. penicillata nos de C. aurita (J. Malukiewicz e R. Carvalho, com. Pess. ). Tais dados genômicos serão importantes para considerações futuras sobre a criação de áreas para conservar populações selvagens de C. aurita e para translocação de quaisquer dessas populações.

O sagui-da-serra (C. flaviceps) aparece na Lista Vermelha da IUCN como ameaçado há mais de 36 anos. Há uma necessidade urgente de realizar um levantamento rápido deste grupo e, potencialmente, haverá uma necessidade igualmente urgente de implementar um programa de reprodução em cativeiro de alta prioridade.  Leia mais>>

O futuro

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​Elaborar e fazer acontecer um programa de conservação efetivo envolve vários e diferentes atores que contribuem para o formular e agir no plano de conservação de uma espécie.
 
Sempre muitos eventos acontecem simultaneamente, muitas das pessoas e organizações que estão envolvidas com a conservação do sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita) agora devem se envolver no desenvolvimento de um programa de conservação para o sagui-da-serra (Callithrix flaviceps). Sem dúvida, a rede de colaboradores deverá se expandir com a adição de uma nova espécie. Novos pesquisadores, biólogos, primatologistas e comunidades locais serão inestimáveis neste Programa de Conservação dos Saguis-da-serra (PCSS) reforçando sua missão de conservar esses dois importantes primatas para preservação dos ecossistemas locais e para as gerações futuras.

O PCSS está agora avançando para uma fase em que o engajamento da comunidade e o desenvolvimento de estratégias de comunicação são de suma importância no progresso do programa de conservação. O caráter sério das ameaças à sobrevivência de ambas as espécies em seu habitat natural demanda uma voz forte:

As comunidades precisam ser motivadas a agir, o apoio internacional à conservação precisa de incentivo, sem que as pessoas saibam que há um problema, como podemos esperar mudar os comportamentos e atitudes que permitem a perpetuação das ameaças à sobrevivência das espécies? 


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O PCSS está agora avançando para uma fase em que o envolvimento da comunidade e o desenvolvimento de estratégias de comunicação é de suma importância para o progresso dos objetivos do PAN.
 
A natureza séria das ameaças à sobrevivência de ambas as espécies em seu habitat natural precisa de uma voz forte: as comunidades precisam ser motivadas a agir, o apoio internacional à conservação precisa de incentivo!
 
Se as pessoas não sabem que há um problema, como podemos esperar persuadi-las a mudar comportamentos e atitudes que ameacem a sobrevivência de uma espécie?

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